Menor violada pelo padrasto e depois pelo pai em quem confiava

Uma jovem de 16 anos foi vítima de abusos sexuais pelo padrasto quando tinha 13 anos. Pediu à mãe para ir viver com o pai, que ficou com o poder paternal, mas que a violou também.

Automutilou-se repetidas vezes, nas pernas, no braço, por todo o corpo. Sentiu vergonha, sentiu-se suja. Confessou que só pensava em pôr termo à vida. E só tem 16 anos. A jovem, vítima de abusos sexuais pelo padrasto e, mais tarde, pelo pai, a quem a sua tutela tinha sido entregue, está a ser acompanhada na consulta de pedopsiquiatria do Hospital D. Estefânia, em Lisboa. O pai, suspeito de violação reiterada da filha menor durante um ano, está em prisão preventiva desde há uma semana, após ter sido detido pela Polícia Judiciária.

A mãe da adolescente contribuiu para a detenção do ex-marido, ao obter uma prova em vídeo dos abusos que praticava. Estranhando as ausências da filha na escola onde estuda, em Lisboa, e o seu comportamento depressivo, decidiu colocar-lhe uma câmara de vídeo no quarto, para, eventualmente, a surpreender a usar drogas ou com um namorado toxicodependente. O que viu, quando chegou a casa, foi mais aterrador: o ex-marido, que tinha acesso à sua casa, a violar a própria filha.

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