Lusófona já confirma falhas na acreditação de alunos

O administrador da cooperativa gestora da Universidade Lusófona, Manuel José Damásio, admitiu há pouco ao jornal Público que a instituição detectou "falta de fundamento" em algumas das equivalências concedidas a ex-alunos, não esclarecendo se Miguel Relvas era um desses casos. Horas antes, Manuel de Almeida Damásio, presidente da cooperativa e pai deste administrador, tinha remetido para o ministro Nuno Crato quaisquer esclarecimentos sobre esta matéria.

Miguel Relvas, que hoje se demitiu da pasta de ministro dos Assuntos parlamentares, licenciou-se em Ciência Política e Relações Internacioanis na Lusófona, em 2007, concluindo apenas quatro cadeiras do plano de estudos e obtendo equivalência às restantes.

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