Julgamento de empresários de prostituição começa hoje

O Tribunal da Lourinhã começa hoje a julgar quatro arguidos, dois dos quais empresários, que estão acusados de crimes de auxílio à imigração ilegal e lenocínio.

Durante mais de dois anos, os empresários de estabelecimentos de diversão noturna terão lucrado da prostituição de mulheres, a maioria das quais em situação ilegal no país, refere a acusação do Ministério Público.

As investigações desencadeadas pelo Serviço de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) vieram a concluir que os estabelecimentos de diversão noturna, que chegaram a ter 25 mulheres, lucravam 250 euros/noite por cada mulher.

Dois colaboradores no bar de alterne são também acusados do crime de lenocínio.

Segundo a acusação, ambos auxiliavam o negócio da prostituição, desempenhando tarefas relacionadas com o controlo e transporte das mulheres, recebimento de dinheiro dos clientes, anotação dos serviços prestados e pagamento às mulheres no fim de cada noite.

Os quatro arguidos aguardam julgamento com Termo de Identidade e Residência.

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