Jovens médicos passam a ter autonomia mais cedo

Conselho de Ministros aprovou ontem novas regras para a formação médica. Entre elas acaba o ano comum e é criada apenas uma prova de acesso que poderá ter nota mínima para ingresso no internato

O Conselho de Ministro aprovou ontem novas regras para a formação médica, que tiveram em conta as recomendações do grupo de trabalho criado para avaliar a revisão do internato médico. Haverá uma prova única de acesso à especialidade, acaba o ano comum e os jovens médicos passam a ter autonomia para exercerem sozinhos ao final de um ano de formação prática em vez dos dois anos que estão agora definidos. O decreto-lei segue agora para promulgação do Presidente da República.

A primeira alteração que "entrará de imediato em vigor", como refere uma nota do Ministério da Saúde, é a redução do tempo que o jovem precisa para ter autonomia, ou seja poder exercer sozinho. Quando termina o curso de medicina na faculdade, o jovem médico tem de passar pelo internato de forma a adquirir experiência prática na especialidade em que se vai formar. Nesse período é acompanhado por um tutor - um médico mais velho - que apoia as decisões. Com as regras atuais, ao final de dois anos de internato passava a ter autonomia. Com o novo regime passa a tê-la ao final de um ano de internato.

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