Uma viagem pela História da PSP

O novo MUP ou Museu da Polícia guarda um acervo de documentos e peças históricas a partir do século XVI até aos nossos dias.

O registo das meretrizes (prostitutas da cidade) na década de 30 do século passado, o revólver calibre .38mm com que o pide Casimiro Monteiro terá tentado assassinar Humberto Delgado, o louvor ao poeta e polícia António Aleixo. De todos estes pedaços de História se compõe o novo MUP (Museu da Polícia), que guarda um acervo de documentos a partir do século XVI até aos nossos dias.

A primeira fase da inauguração, com a mostra da Sala António Aleixo e a primeira fase do Arquivo Histórico, foi a 24 de junho. Mas o conjunto da coleção, disposta numa área de 1800 metros quadrados, nas antigas instalações do governo civil de Lisboa, na rua Capelo, ao Chiado, será inaugurada ao público a 2 de julho de 2017, quando a instituição celebrar 150 anos de História.

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Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.