Todos podemos ajudar a abrir um negócio de pastéis de figo-da-índia

Novo Banco lançou plataforma, em parceria com a Cáritas, para promover financiamento de negócios propostos por desempregados.

Adelina Mendes e Daniel Vultos têm mais que o desemprego em comum: depressa perceberam que criar o seu próprio negócio podia ser a oportunidade para voltarem a trabalhar. Ela é uma ex-professora que tenta lançar os seus pastéis de nata de figo-da-índia. Ele, um ex-militar formado em ecologia humana, tem um novo conceito de publicidade em sacos de papel para o pequeno comércio. Ambos pedem a ajuda de todos para financiar o arranque dos seus projetos, através da Cáritas e da plataforma de crowdfunding de empreendedorismo social do Novo Banco.

A página que foi ontem apresentada na conferência Crowdfunding Social tem disponíveis seis projetos que precisam de verbas entre os 500 e os 5000 euros. Quem financia recebe algo em troca, dependendo do montante entregue. Se o projeto não conseguir angariar todo o valor pedido, o dinheiro é devolvido a quem o doou. Para dar uma ajuda, "o Novo Banco contribui com 5% do valor inicial", disse à margem da conferência o representante desta área do banco, Pedro Torres.

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