Taxa turística marca primeira reunião de Medina

Plano de drenagem e repavimentação foram temas com propostas aprovadas numa longa reunião. Pelouros foram redistribuídos

Sem palavras a assinalar a ocasião e com um debate quente sobre a taxa turística e o protocolo assinado entre o município e a ANA - Aeroportos de Portugal em que esta assume o pagamento de até 4,4 milhões de euros pelo desembarque no aeroporto de passageiros sem residência fiscal em Portugal. Assim foi a primeira reunião liderada por Fernando Medina após ter tomado posse na segunda-feira como presidente da Câmara Municipal de Lisboa (CML). Entre as propostas aprovadas na sessão privada, que se prolongou por mais de cinco horas, esteve a contratação de empreitadas de repavimentação e o início da revisão do plano de drenagem.

Foram dois os documentos relacionados com a taxa turística apresentados pela oposição e chumbados pela maioria: uma proposta do PSD para que fosse revogada a taxa de chegada no aeroporto e uma moção do CDS-PP para que os responsáveis da ANA explicassem na CML os contornos do acordo divulgado no final de março. "A revogação ajudava a câmara a livrar-se do imbróglio em que se meteu com esta solução que não corresponde à deliberação", explica António Prôa (PSD). Em causa está o facto de, segundo o protocolo que só ontem foi entregue à oposição, a empresa se substituir no pagamento da quantia que se estima que seria entregue pelos turistas.

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