TAP leva mães e bebés à Madeira

Para celebrar o Dia da Mãe, a companhia faz o batismo de voo dos primeiros bebés nascidos neste dia, no ano passado. Uma celebração especial para as famílias, com a TAP

No ano passado, a TAP decidiu celebrar o Dia da Mãe com uma surpresa. Este ano, completa a celebração. De que se trata? Hoje, os primeiros bebés nascidos no Dia da Mãe de 2017 terão o seu batismo de voo, viajando com as mães até à Madeira.

Tudo começou quando a TAP surpreendeu as primeiras mães do dia, no ano passado, em cada distrito do país e nas ilhas. Nessa ocasião, todas as famílias receberam um kit bebé, que incluía um voucher para uma viagem de batismo de voo. Este ano, quando os bebés estão prestes a completar um ano de vida, e novamente assinalando o Dia da Mãe, a TAP leva então essas mesmas famílias a cumprir a viagem de batismo de voo dos seus bebés.

No total, são mais de 40 pessoas, oriundas de vários distritos de Portugal, de Norte a Sul, que vão viajar até à Madeira, neste Dia da Mãe. Naquela ilha vão usufruir de um programa dedicado, elaborado com o apoio da Associação de Promoção do Turismo da Madeira, que propõe às famílias algumas experiências em conjunto, incluindo uma aula de ioga com os bebés e sessões de cook experience, bem como outras atividades lúdicas.

"Esta ação, em parceria estratégica com a Associação de Promoção da Madeira, demonstra bem o potencial do destino para o segmento Famílias, em Portugal, mercado de proximidade a apenas 1H30 de distância", explica a companhia, que dá mais uma vez vida a uma iniciativa que vai tornar o Dia da Mãe ainda mais especial.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.

Premium

Ruy Castro

À falta do Nobel, o Ig Nobel

Uma das frustrações brasileiras históricas é a de que, até hoje, o Brasil não ganhou um Prémio Nobel. Não por falta de quem o merecesse - se fizesse direitinho o seu dever de casa, a Academia Sueca, que distribui o prémio desde 1901, teria descoberto qualidades no nosso Alberto Santos-Dumont, que foi o verdadeiro inventor do avião, em João Guimarães Rosa, autor do romance Grande Sertão: Veredas, escrito num misto de português e sânscrito arcaico, e, naturalmente, no querido Garrincha, nem que tivessem de providenciar uma categoria especial para ele.