Seis percursos de bicicleta para fazer em Lisboa

A Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta (MUBi) deixa algumas sugestões de caminhos cicláveis para experimentar na capital

Para quem está a pensar começar a usar a bicicleta pode experimentar alguns dos caminhos sugeridos ao DN pela MUBi - Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta. Esta é uma associação sem fins lucrativos formada em 2009 e que procura contribuir para a melhoria de condições de circulação em bicicleta enquanto meio de transporte e fomentar a sua utilização. Entre os percursos sugeridos estão alguns que são de lazer e outros que podem ser considerados do dia a dia.

Casa - Trabalho ou Escola

Colégio Militar/ Campo Grande (100% em ciclovia)

Olivais - Campo Pequeno (90% em ciclovia)

Casa - Trabalho ou Escola (com articulação Comboio e Giras)

Campo Grande (interface transportes) - Instituto Superior Técnico

Caís do Sodré - Saldanha

Percursos Lúdicos

Parque das Nações - Belém

Benfica - Jardins da Fundação Calouste Gulbenkian

Ler mais

Exclusivos

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.