Seis homens feridos, dois em estado grave, em rixa à porta de bar

Alguns dos feridos tinham golpes na cabeça e no corpo, originados por armas brancas. Um deles saiu do hospital sem ser identificado.

Seis homens feridos, dois dos quais com gravidade, foi o resultado de uma rixa ocorrida hoje de manhã à porta de um estabelecimento de diversão noturna, em Beja, disseram fontes dos bombeiros e da PSP.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) de Beja indicou à agência Lusa que as agressões ocorreram à porta de um bar situado junto à piscina municipal coberta, tendo o alerta sido dado por volta das 08:30.

A mesma fonte precisou que dois homens ficaram em estado grave e outros quatro, incluindo um bombeiro da corporação de Beja, sofreram ferimentos ligeiros, adiantando que todos foram transportados para o hospital da cidade.

Uma fonte da PSP referiu à Lusa que alguns dos feridos tinham golpes na cabeça e no corpo, originados por armas brancas, realçando que um deles acabou por se ausentar do hospital sem ser identificado.

Segundo a mesma fonte, um dos feridos assistidos no hospital tinha alegadamente na sua posse cerca de seis gramas de cocaína.

A fonte da PSP realçou que desconhece, por enquanto, os motivos que levaram à troca de agressões, assinalando que os homens envolvidos são do Algarve, Aljustrel e Beja.

Participaram nas operações de socorro os Bombeiros de Beja, a PSP e a viatura médica de emergência e reanimação (vmer) do hospital da cidade, num total de 10 operacionais, apoiados por cinco veículos.

Uma outra rixa, esta madrugada, à saída de um bar em Quinchães, lugar da Praça da Música, em Fafe, fez um ferido grave.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Ricardo Paes Mamede

Foi Centeno quem fez descer os juros?

Há dias a agência de notação Standard & Poor's (S&P) subiu o rating de Portugal, levando os juros sobre a dívida pública para os níveis mais baixos de sempre. No mesmo dia, o ministro das Finanças realçava o impacto que as melhorias do rating da República têm vindo a ter nas contas públicas nacionais. A reacção rápida de Centeno teve o propósito óbvio de associar a subida do rating e a descida dos juros às opções de finanças públicas do seu governo. Será justo fazê-lo?