Seguranças privados do aeroporto de Lisboa "ameaçados", denuncia Sitava

O Sindicato diz que já tentou apresentar queixa junto da Autoridade para as Condições de Trabalho

O SITAVA afirma que os trabalhadores das empresas privadas de segurança e vigilância do aeroporto de Lisboa "estão a ser ameaçados" com processos disciplinares caso abandonem os seus postos de trabalho para participarem no plenário.

Em declarações à agência Lusa, Armando Costa, do Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos (SITAVA), informou que, "perante esta ilegalidade", o sindicato já tentou apresentar queixa junto da Autoridade para as Condições de Trabalho (ACT), mas sem sucesso.

"A resposta da ACT foi muito 'sui generis' porque nos disseram que não aceitam queixas por telefone e como não temos marcação também não poderemos fazer hoje presencialmente", explicou o sindicalista, garantido que a realização do plenário constava do pré-aviso da greve parcial que se iniciou hoje e se prolonga até segunda-feira.

Armando Costa responsabilizou o Governo por esta "ilegalidade", porque "ao decretar serviços mínimos beneficiou as empresas em prejuízo dos trabalhadores".

O plenário, que deveria ter começado às 11:30 atrasou-se, depois de o sindicato ter - como disse Armando Costa - "dirimido as dificuldades de saída dos trabalhadores".

"A maioria dos trabalhadores sentiu-se ameaçada e com medo perante as ameaças de processo disciplinar e acusação de abandono do posto de trabalho", sublinhou o sindicalista.

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