Quatro encapuzados assaltam ourivesaria na Trofa

Eram 15:35 desta quarta-feira, quando quatro homens assaltaram uma ourivesaria. A proprietária, que estava na loja no momento do assalto, teve de ser assistida pelos bombeiros no local

Quatro encapuzados assaltaram esta quarta-feira uma ourivesaria na Trofa, distrito do Porto, disse à agência Lusa fonte da GNR, sem precisar se estavam armados.

O assalto deu-se cerca das 15:35, na Ourivesaria da Estação, em São Romão do Coronado, naquele concelho, após os quatro encapuzados saírem de uma viatura verde e entrarem no estabelecimento, onde só estava a proprietária.

A GNR não deu conhecimento do valor do material roubado.

Há registo de ferimentos ligeiros na proprietária do estabelecimento e num homem que circulava na zona, mas a GNR nada disse sobre estes detalhes.

Os Bombeiros Voluntários da Trofa estiveram no local a prestar assistência às vítimas não tendo sido necessário transportá-las ao hospital.

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Henrique Burnay

Discretamente, sem ninguém ver

Enquanto nos Estados Unidos se discute se o candidato a juiz do Supremo Tribunal de Justiça americano tentou, ou não, há 36 anos abusar, ou mesmo violar, uma colega (quando tinham 17 e 15 anos), para além de tudo o que Kavanauhg pensa, pensou, já disse ou escreveu sobre o que quer que seja, em Portugal ninguém desconfia quem seja, o que pensa ou o que pretende fazer a senhora nomeada procuradora-geral da República, na noite de quinta-feira passada. Enquanto lá se esmiúça, por cá elogia-se (quem elogia) que o primeiro-ministro e o Presidente da República tenham muito discretamente combinado entre si e apanhado toda a gente de surpresa. Aliás, o apanhar toda a gente de surpresa deu, até, direito a que se recordasse como havia aqui genialidade tática. E os jornais que garantiram ter boas fontes a informar que ia ser outra coisa pedem desculpa mas não dizem se enganaram ou foram enganados. A diferença entre lá e cá é monumental.