PSD saúda crescimento mas diz que se deve ao anterior Governo

Para os sociais-democratas, os valores refletem "o esforço das empresas e das famílias que levaram a economia para a frente, apesar de o Governo ser inerte e ter revertido reformas".

O PSD saudou hoje o crescimento de 2,8 por cento da economia portuguesa no primeiro trimestre de 2017 e considerou que se trata de uma recuperação que se deve às reformas realizadas pelo Governo anterior (PSD/CDS).

"Estamos contentes com a recuperação do PIB [Produto Interno Bruto] neste trimestre que se deve às reformas realizadas pelo anterior Governo, à conjuntura internacional e na União Europeia mais favoráveis", declarou à Lusa a deputada social-democrata Inês Domingos.

A deputada do PSD falava após a divulgação dos dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) segundo os quais a economia portuguesa cresceu 2,8% no primeiro trimestre de 2017 face ao mesmo período do ano passado e, comparando com o trimestre anterior, cresceu 1%, segundo o Instituto Nacional de Estatística (INE).

Para os sociais-democratas, os valores refletem "o esforço das empresas e das famílias que levaram a economia para a frente, apesar de o Governo ser inerte e ter revertido reformas".

A parlamentar lembrou que, em 2016, o crescimento foi menor do que em 2015, referindo que tal "é inaceitável.

"Esperamos que a economia continue a crescer a um ritmo superior a dois por cento para tentar recuperar uma parte do que foi perdido", disse Inês Domingos.

De acordo com a estimativa rápida das contas nacionais trimestrais relativas aos primeiros três meses deste ano, divulgadas hoje pelo INE, o PIB aumentou 2,8% em volume no 1.º trimestre de 2017, em termos homólogos, depois de no trimestre anterior ter registado uma variação homóloga de 2%.

Este desempenho trimestral homólogo é, assim, o mais positivo dos últimos 10 anos, já que iguala o crescimento verificado no último trimestre de 2007, período em que a economia portuguesa cresceu também 2,8%.

Ler mais

Exclusivos

Premium

nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.

Premium

Rui Pedro Tendinha

O João. Outra vez, o João Salaviza...

Foi neste fim de semana. Um fim de semana em que o cinema português foi notícia e ninguém reparou. Entre ex-presidentes de futebol a serem presos e desmentidos de fake news, parece que a vitória de Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, no Festival do Rio, e o anúncio da nomeação de Diamantino, de Daniel Schmidt e Gabriel Abrantes, nos European Film Awards, não deixou o espaço mediático curioso.