Presidente da EMEL demitido nega gastos excessivos

António Júlio de Almeida estava no cargo desde 2009 e não comentou decisão. António Costa remeteu explicações para hoje.

O presidente da Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento de Lisboa (EMEL), António Júlio de Almeida, foi demitido pela Câmara Municipal de Lisboa do cargo que ocupava desde 2009. Num comentário à decisão da autarquia, o gestor negou que o seu afastamento esteja relacionado com um polémico processo de despedimentos de funcionários da empresa e gastos indevidos.

"Fechou-se um ciclo, estou há seis anos na empresa. Fiz o trabalho que me pediram, recuperei a empresa, orientei-a, internacionalizei-a, modernizei-a tecnologicamente, pu-la a ganhar dinheiro. Agora é o momento próprio de me substituir e de dar nova alma à empresa", afirmou. Sobre as razões do seu afastamento, disse que "é normal isto, não tem nada de especial, nada de particular".

De acordo com o Público, a decisão de António Costa está relacionada com irregularidades que já tinham sido detetadas no mandato anterior. António Júlio de Almeida, que foi reconduzido enquanto presidente da EMEL no ano passado, com os votos a favor de Costa e do vereador Manuel Salgado, terá entrado em divergência com outros membros do Conselho de Administração da EMEL e com o vereador Nunes da Silva, dos Cidadãos por Lisboa, já nesse mandato.

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