Prémios de três mil euros e viagem de estudo para alunos de topo

Concurso de literacia 3Di, que terminou nesta sexta-feira no pavilhão do Conhecimento, em Lisboa, envolveu 130 mil estudantes de todo o paós

Lourenço Rebelo, do Agrupamento de Escolas de São Gonçalo (Torres vedras), Simone Pinto, do Colégio Luso-Francês (Porto), Luís Adriano Gonçalves do Agrupamento de Escolas de Melgaço e Marta Vasconcelos, do Agrupamento de Escolas Daniel Sampaio (Sobreda) foram os vencedores da terceira edição do concurso de literacia 3Di, que terminou nesta sexta-feira no pavilhão do Conhecimento, em Lisboa.

As provas, que envolveram mais de 130 mil estudantes de 900 escolas públicas e privadas, dedicaram uma disciplina a cada ano de escolaridade: Matemática ao quinto ano, Ciência ao sexto, Leitura ao sétimo e Inglês e ao oitavo. Lourenço, Simone e Luís, que venceram respetivamente as cateogrias de Matemática , Ciência e leitura, receberam cada um um prémio de mérito de 3000 euros, um tablet topo de gsama e um cheque-presente, oferecidos pelos patrocinadores Fundação Montepio, Samsung e Conselheiros da Visão. Já Marta terá direito a duas semanas em Cambridge, com todas as despesas incluídas, onde frrquentará um curso especial de Inglês oferecido pela Cambridge English Assessment, que organizou todas as provas desta língua.

Paulo Gonçalves, diretor de comunicação do grupo Porto Editora, organizadora da iniciativa, fez um balanço "francamente positivo" da iniciativa, "única no país" pela sua dimensão, revelando que estão já a ser feitos preparativos, em conjunto com a Cambridge English, para a internacionalizar.

O concurso tem o alto patrocínio do presidente da República, marcelo Rebelo de Sousa, que se fez representar no evento pela sua conselheira para a Educação - e antiga ministra - Isabel Alçada. A extensa lista de parceiros institucionais inclui o Ministério da Educação, o Conselho Nacional de Educaçãoe a Confederação Nacional das Associações de Pais,

Ler mais

Premium

Anselmo Borges

Francisco ​​​​​​​em Pequim?

1. A perseguição aos cristãos foi particularmente feroz durante a Revolução Cultural no tempo de Mao. Mas a situação está a mudar de modo rápido e surpreendente. Desde 1976, com a morte de Mao, as igrejas começaram a reabrir e há quem pense que a China poderá tornar-se mais rapidamente do que se julgava não só a primeira potência económica mundial mas também o país com maior número de cristãos. "Segundo os meus cálculos, a China está destinada a tornar-se muito rapidamente o maior país cristão do mundo", disse Fenggang Yang, professor na Universidade de Purdue (Indiana, Estados Unidos) e autor do livro Religion in China. Survival and Revival under Communist Rule (Religião na China. Sobrevivência e Renascimento sob o Regime Comunista). Isso "vai acontecer em menos de uma geração. Não há muitas pessoas preparadas para esta mudança assombrosa".