Parlamento quer abertura urgente de mais unidades

A Assembleia da República recomendou ao Governo a abertura, com "caráter de urgência", das unidades de cuidados continuados já concluídas ou em fase de conclusão.

Na resolução aprovada em 08 de fevereiro e publicada hoje em Diário da República, a Assembleia da República pede que o Governo "promova as diligências necessárias para assegurar, a partir do início do ano de 2013, a abertura e o funcionamento das unidades de cuidados continuados já concluídas ou cuja conclusão se verifique até final do corrente ano".

O Parlamento aponta várias unidades da Santa Casa da Misericórdia que se encontram nesta situação, nomeadamente a de Oliveira do Bairro, de São João da Madeira, de Serpa, de Cabeceiras de Basto, de Celorico de Basto, de Castelo Branco, de Idanha-a-Nova, de Pampilhosa da Serra, de Almeida, Manteigas, Pedrógão Grande e Porto de Mós.

Refere ainda as unidades de cuidados continuados da Santa Casa da Misericórdia da Vila de Pereira (Algarve), de Amarante, do Montijo, do Barreiro, de Ponte da Barca, de Cinfães e de Sernancelhe.

Noutra resolução, também publicada hoje em Diário da República, a Assembleia da República recomenda ao Governo que, durante este ano, proceda "à abertura das unidades de cuidados continuados julgadas tecnicamente necessárias".

Estas unidades estão "em planos de desenvolvimento regional da Rede Nacional de Cuidados Continuados Integrados (RNCI), tendo em conta as prioridades clínicas, a garantia da qualidade nos serviços prestados e as disponibilidades financeiras".

A RNCI tem como objetivos a prestação de cuidados de saúde e de apoio social de forma continuada e integrada a pessoas que, independentemente da idade, se encontrem em situação de dependência.

Os cuidados continuados integrados estão centrados na recuperação global da pessoa, promovendo a sua autonomia e melhorando a sua funcionalidade.

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