Olha como é, a Rua do Carmo antes do Natal

Portugueses à mistura com espanhóis e franceses, muitos carrinhos de bebé, sacos de compras e lojas com promoções a abarrotar de gente. O frenesim do Chiado exige boa forma

Uma mancha quase indistinta de pessoas, centenas e centenas delas, a subir e a descer as ruas Garrett e do Carmo, no Chiado, em Lisboa. Era esta a visão que se tinha ontem, a meio da tarde, no coração do bairro mais elegante da capital, num domingo em que todos os carrinhos de bebé pareciam ter saído à rua. Famílias a passear e a "bater loja" sem comprar nada, outras nas compras de Natal, muitos espanhóis e alguns franceses a admirar os edifícios de Siza Vieira, condutores de "tuk tuk" à espera dos turistas, uma tuna académica perdida no meio da multidão e pessoas com gelados e cartuchos de castanhas assadas na mão. Um enorme bruaá, em suma.

Os lojistas do Chiado admitiram ontem ao DN um afluxo extraordinário neste fim-de-semana prolongado, que se estende até ao feriado de hoje, mas ainda sem um reflexo direto das compras de Natal nas receitas.

Leia mais na edição impressa ou no e-paper do DN

Ler mais

Exclusivos

Premium

Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.