Almoço com conselho de curadores da Fundação Champalimaud

Instituição celebra os cem anos do nascimento de António de Sommer Champalimaud e vai anunciar um novo programa de investigação e tratamento para o cancro do pâncreas

O Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa irá almoçar com o conselho de curadores da Fundação Champalimaud, que reúne esta segunda-feira pela manhã, no dia em que se assinalam os 100 anos do nascimento de António de Sommer Champalimaud. Depois, o mesmo conselho de curadores divulgará um novo programa de investigação e de tratamento para o cancro do pâncreas.

O programa vai recorrer a novas técnicas e abordagens, nas áreas de investigação e tratamento, e terá equipas multidisciplinares. Irão também ser realizados trabalhos na área da educação e informação às famílias e associações de doentes.

António Parreira, diretor clínico do Centro Champalimaud, explicou ao DN: "O nosso objetivo é estar sempre um passo mais à frente, o que cria uma cinética de atividade que é um permanente frenesim. Talvez seja isso que nos distingue de outras instituições médicas mais convencionais".

António de Sommer Champalimaud, que foi construindo a pouco e pouco a ideia de uma fundação que olhasse para a "humildade e para o sofrimento dos outros, nasceu a 19 de março de 1918 e morreu a 8 de maio de 2004.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

Diário de Notícias

A ditadura em Espanha

A manchete deste dia 19 de setembro de 1923 fazia-se de notícias do país vizinho: a ditadura em Espanha. "Primo de Rivera propõe-se governar três meses", noticiava o DN, acrescentando que, "findo esse prazo, verá se a opinião pública o anima a organizar ministério constitucional". Explicava este jornal então que "o partido conservador condena o movimento e protesta contra as acusações que lhe são feitas pelo ditador".