Lisboa vai ter 4.455 novos lugares de estacionamento

O autarca anunciou, ainda, que a rede de parques dissuasores em 2017 será alargada para fora do município de Lisboa, para locais onde haja interceções com outros meios de transporte

O presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina (PS), anunciou hoje 4.455 novos lugares de estacionamento na cidade, divididos por sete parques de estacionamento mais baratos, para promover o uso do transporte público.

"Vamos ampliar significativamente o número de lugares em parques de estacionamento dissuasores que irão ter um tarifário simbólico integrado com os passes de transporte público", disse o autarca.

Fernando Medina falava na cerimónia de assinatura do memorando da passagem de gestão da rodoviária Carris para a Câmara Municipal de Lisboa.

Na ocasião, o presidente da autarquia adiantou que está "planeada e em execução um aumento em mais de 4.400 novos lugares que permitem que as pessoas deixem os seus carros, paguem um preço simbólico e possam utilizar o transporte para entrar na cidade".

O autarca anunciou, ainda, que a rede de parques dissuasores em 2017 será alargada para fora do município de Lisboa, para locais onde haja interceções com outros meios de transporte.

Para já, na cidade de Lisboa estão previstos para o início do próximo ano 375 novos lugares junto ao metro da Bela Vista e 200 novos lugares próximo do Estádio de Alvalade.

Irão ainda ser criados 1.700 novos lugares junto ao Metro da Pontinha e da nova Feira Popular, 930 junto ao metro da Ameixoeira/Santa Clara, 800 próximo do Estádio da Luz, 300 no Areeiro e 150 em Pedrouços.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.