Restabelecida a circulação na Linha Vermelha do Metro do Porto após acidente

A colisão entre um carro e uma composição do metro, na estação Portas de Fronhas, em Vila do Conde, obrigou ao corte da circulação nos dois sentidos

Já foi normalizada a circulação na Linha Vermelha (B) do Metro do Porto, que esteve hoje interrompida em Vila do Conde nos dois sentidos após um acidente que provocou dois feridos, segundo fonte oficial.

Em declarações à Lusa, fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) do Porto disse que a circulação do Metro do Porto na Linha Vermelha em Vila do Conde "foi normalizada por volta das 10:00 de hoje, nos dois sentidos".

Segundo a mesma fonte, os feridos ligeiros foram transportados para o Hospital da Póvoa do Varzim e a limpeza de via "está terminada".

Segundo o CDOS, por volta das 8:02 ocorreu a colisão entre um carro e uma composição do metro, na estação Portas de Fronhas, em Vila do Conde, distrito do Porto.

No local estiveram elementos dos Bombeiros Voluntários de Vila do Conde e do Instituto Nacional de Emergência Médica, bem como uma patrulha da PSP.

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'Motu proprio' anti-abusos

1. Muitas vezes me tenho referido aqui, e não só aqui, à tragédia da pedofilia na Igreja. Foram milhares de menores e adultos vulneráveis que foram abusados. Mesmo sabendo que o número de pedófilos é muito superior na família e noutras instituições, a gravidade da situação na Igreja é mais dramática. Por várias razões: as pessoas confiavam na Igreja quase sem condições, o que significa que houve uma traição a essa confiança, e o clero e os religiosos têm responsabilidades especiais. O mais execrável: abusou-se e, a seguir, ameaçou-se as crianças para que mantivessem silêncio, pois, de outro modo, cometiam pecado e até poderiam ir para o inferno. Isto é monstruoso, o cume da perversão. E houve bispos, superiores maiores, cardeais, que encobriram, pois preferiram salvaguardar a instituição Igreja, quando a sua obrigação é proteger as pessoas, mais ainda quando as vítimas são crianças. O Papa Francisco chamou a esta situação "abusos sexuais, de poder e de consciência". Também diz, com razão, que a base é o "clericalismo", julgar-se numa situação de superioridade sagrada e, por isso, intocável. Neste abismo, onde é que está a superioridade do exemplo, a única que é legítimo reclamar?