Já são conhecidos os nomes mais populares de 2017 em Portugal

Santiago e Maria continuam a liderar as escolhas dos portugueses

A lista ainda é provisória, mas os dados não devem mudar muito visto que faltam poucos dias para o final do ano: Maria foi o nome mais popular para meninas em Portugal em 2017, sendo que para meninos Santiago continua na liderança.

Segundo os dados do Instituto dos Registos e do Notariado, avançados pelo Público, no que aos nomes femininos diz respeito, Portugal continua a ser um país de Marias: 5580 meninas foram registadas com este nome, sendo que o segundo nome mais registado, Leonor, foi dado a apenas 1623 crianças. Seguem-se 1610 Matildes, 1229 Beatrizes, 1108 Carolinas e 999 Marianas. Em sétimo, Ana, com 981 registos, Sofia em oitavo com 952, Francisca em nono, com 893, e Inês completa o top dez com 848 registos.

Já nos nomes masculinos, Santiago continua a liderar com 1869 registos, seguido de perto por Francisco, com 1742, João, com 1670, Afonso, com 1448, e Rodrigo com 1393, Em sexto, Martim, registado 1308 vezes, seguido por Tomás, com 1233, Duarte, com 1196, Miguel, com 1165 e Gabriel, com 1152.

Recorde-se que, no ano passado, Santiago já era o nome mais popular para menino entre os portugueses, com Francisco logo a seguir. E João, que em 2016 estava em segundo lugar, passou este ano para terceiro. Nas meninas, Maria mantém a liderança incontestada, sendo que os lugares seguintes têm alternado entre Matilde e Leonor.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Adriano Moreira

O relatório do Conselho de Segurança

A Carta das Nações Unidas estabelece uma distinção entre a força do poder e o poder da palavra, em que o primeiro tem visibilidade na organização e competências do Conselho de Segurança, que toma decisões obrigatórias, e o segundo na Assembleia Geral que sobretudo vota orientações. Tem acontecido, e ganhou visibilidade no ano findo, que o secretário-geral, como mais alto funcionário da ONU e intervenções nas reuniões de todos os Conselhos, é muitas vezes a única voz que exprime o pensamento da organização sobre as questões mundiais, a chamar as atenções dos jovens e organizações internacionais, públicas e privadas, para a necessidade de fortalecer ou impedir a debilidade das intervenções sustentadoras dos objetivos da ONU.