Homem impediu helicóptero dos fogos de usar piscina

A GNR da Guarda identificou hoje um homem de 67 anos, em Albardo, naquele concelho, por ter impedido um helicóptero de combate a incêndios de utilizar água de uma piscina para apagar as chamas próximo daquela localidade.

Segundo fonte do Comando Territorial da GNR da Guarda, o homem atirou pedras ao helicóptero e impediu o piloto de utilizar água de uma piscina situada num terreno agrícola para apagar um incêndio que começou pelas 13:50.

O piloto deu conhecimento da situação e a GNR deslocou-se, posteriormente ao local e identificou o homem, indicou.

Fonte do Comando Distrital de Operações de Socorro (CDOS) da Guarda disse à Lusa que o fogo foi extinto pelas 14:24 e foi combatido pelo helicóptero e por quatro viaturas e 17 homens dos bombeiros de Guarda, Gonçalo e Sabugal.

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São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.

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