GPS e alertas de mensagens: como controlar o telefone de crianças

Se o seu filho tem smartphone, saiba como protegê-lo dos perigos da internet. Psicólogo avisa que estas aplicações só devem ser usadas até aos 12 anos.

Quase 30% das crianças com menos de 12 anos acedem à internet no smartphone: jogam, fazem pesquisas, navegam nas redes sociais. Cada vez mais cedo dominam as novas tecnologias e, não raras vezes, melhor do que os próprios pais. Aos educadores cabe a tarefa de monitorizar o uso dos dispositivos eletrónicos, que pode ser facilitada recorrendo a algumas aplicações. No mercado, há ferramentas de controlo parental para todos os gostos: da localização GPS ao conteúdo de mensagens e e-mails, passando pelo tempo de utilização dos dispositivos.

Com a crescente utilização dos smartphones e tablets por crianças cada vez mais novas, surgem as preocupações com a segurança. Até nos próprios dispositivos eletrónicos dos pais, os mais novos têm acesso a tudo. Mas será que as aplicações de controlo parental são a solução? "Há métodos bastante úteis, mas levanta-se aqui a questão da privacidade. A idade fará muita diferença, pelo que o maior controlo deve ser exercido em crianças mais pequenas, nomeadamente até aos 12 anos. Exercer controlo externo passa a mensagem de que não o conseguem fazer sozinhos", afirma João Faria, psicólogo que se dedica à intervenção no uso da internet e das telecomunicações.

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