Felipe VI diz que houve "inteligência" na transformação do Porto

Felipe VI destacou, ainda, o "auge do turismo", para o qual contribuiu "sem dúvida a magnífica reabilitação do centro histórico portuense"

No seu discurso na Câmara Municipal do Porto, o rei de Espanha, Felipe VI, mostrou "reconhecimento e admiração pela transformação impressionante que o Porto viveu nos últimos anos", uma "transformação em que houve a inteligência para saber combinar o ritmo dos tempos e para assumir plenamente a modernidade, com respeito pela história e tradição".

Um dos elementos centrais que contribuiu para essa mudança foi, segundo o monarca, a "pujança da Universidade do Porto e do seu Parque da Ciência e Tecnologia".

Felipe VI destacou, ainda, o "auge do turismo", para o qual contribuiu "sem dúvida a magnífica reabilitação do centro histórico portuense" e o "vinho do Porto, Património mundial da UNESCO".

Os reis de Espanha seguiram para a Fundação de Serralves, onde apenas permaneceram durante 20 minutos, quando a visita deveria ter demorado 45 minutos. Felipe VI e Letizia seguiram para a Casa do Roseiral. onde almoçam com o Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Nuno Artur Silva

Notícias da frente da guerra

Passaram cem anos do fim da Primeira Guerra Mundial. Foi a data do Armistício assinado entre os Aliados e o Império Alemão e do cessar-fogo na Frente Ocidental. As hostilidades continuaram ainda em outras regiões. Duas décadas depois, começava a Segunda Guerra Mundial, "um conflito militar global (...) Marcado por um número significativo de ataques contra civis, incluindo o Holocausto e a única vez em que armas nucleares foram utilizadas em combate, foi o conflito mais letal da história da humanidade, resultando entre 50 e mais de 70 milhões de mortes" (Wikipédia).

Premium

nuno camarneiro

Uma aldeia no centro da cidade

Os vizinhos conhecem-se pelos nomes, cultivam hortas e jardins comunitários, trocam móveis a que já não dão uso, organizam almoços, jogos de futebol e até magustos, como aconteceu no sábado passado. Não estou a descrever uma aldeia do Minho ou da Beira Baixa, tampouco uma comunidade hippie perdida na serra da Lousã, tudo isto acontece em plena Lisboa, numa rua com escadinhas que pertence ao Bairro dos Anjos.

Premium

Rui Pedro Tendinha

O João. Outra vez, o João Salaviza...

Foi neste fim de semana. Um fim de semana em que o cinema português foi notícia e ninguém reparou. Entre ex-presidentes de futebol a serem presos e desmentidos de fake news, parece que a vitória de Chuva É Cantoria na Aldeia dos Mortos, de Renée Nader Messora e João Salaviza, no Festival do Rio, e o anúncio da nomeação de Diamantino, de Daniel Schmidt e Gabriel Abrantes, nos European Film Awards, não deixou o espaço mediático curioso.