Federação da Educação quer reunião com ministro sobre "injustiças" nas colocações

FNE afirma que as colocações estão a prejudicar os professores, tendo impacto direto nas suas vidas

A Federação Nacional da Educação (FNE) pediu hoje uma reunião com o ministro da Educação para lhe levar "a insatisfação de milhares de docentes e técnicos" que consideram injusto o processo de colocação de professores.

Em comunicado, a FNE aponta uma "sucessão de injustiças" nas colocações que estão prejudicar os professores, com impacto direto nas suas vidas, como os que foram ultrapassados nas suas preferências de escola por colegas com graduação profissional mais baixa.

"Esta é uma decisão de exclusiva responsabilidade do Ministério da Educação que não tem a concordância da FNE nem nunca foi tratada em qualquer reunião do processo de negociação da revisão do diploma de concursos", afirma a organização sindical, que acusa a tutela de "discriminatória injustiça".

No processo de vinculação extraordinária, os professores contestam um número de vagas inferior ao esperado e a mesma situação de professores com maior graduação profissional serem preteridos.

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Ferreira Fernandes

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Estamos assim, perdidos algures entre as urnas eleitorais e o comando da televisão. As urnas estão mortas e o nosso comando não é nenhum. Mas, ao menos, em advogado de Maserati que conduz sindicalistas podíamos não ver matéria de gente rija como cornos. Matéria perigosa, sim. Em Portugal como mais a leste. Segue o relato longínquo para vermos perto.Ontem, defrontaram-se os dois candidatos a presidir a Ucrânia. Não é assunto irrelevante apesar de vivermos no outro extremo da Europa. Afinal, num canto ainda mais a leste daquele país há uma guerra civil meio instigada pelos russos - e hoje sabemos, como não sabíamos ainda há pouco, que as guerras de anteontem podem voltar.