Dos porta-chaves à produção de osso. O que fazem as impressoras 3D em Portugal

Nos laboratórios da 3Bs, ligada à Universidade do Minho, testam-se soluções para a área da saúde e nas lojas vende-se de tudo um pouco. O mercado está a crescer

São uma novidade em Portugal e no mundo. As impressoras 3D estão a revolucionar o mercado. É possível imprimir um pouco de tudo: desde capas de telemóvel, porta-chaves, a osso ou cartilagem. Tudo isto já se faz em Portugal.

A 3D Spot tem portas abertas no Cais do Sodré, Lisboa. O sucesso do momento, conta Rafael Falcão, diretor executivo, são réplicas em miniatura da pessoa. "Temos um scanner 3D que através dos sensores tira a imagem da pessoa. Demora 5 a 10 minutos. Os designers fazem o modelo e mandam imprimir. O prazo de entrega é de duas a três semanas e vai para casa da pessoa. A peça pode ter várias cores e custa 120 euros", diz Rafael Falcão.

É nos laboratórios da 3Bs, empresa ligada à Universidade do Minho, que se testam impressões para fazer osso e cartilagem. "Imprimimos uma estrutura tridimensional, que pode ser plásticos biodegradáveis ou de origem natural, com a forma do que queremos regenerar. Depois forramos com células estaminais do próprio paciente, que colocamos em cultura para que se possam diferenciar e produzir osso, cartilagem ou pele", refere Rui Reis, responsável da 3Bs.

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