Conselho de Educação denuncia manipulação de notas

Relatório que faz retrato do estado do setor alerta para o aumento de forma "reiterada" das notas internas dos alunos. E suspeita de retenções seletivas a pensar nos exames.

Notas internas que, de forma "reiterada", estão "inflacionadas" em relação aos resultados obtidos pelos alunos nos exames nacionais. Suspeitas de "práticas de seletividade", visando assegurar uma "maior proporção de aprovações em exame", que poderão estar na origem de um aumento das retenções nos últimos dois anos, em contraciclo com uma tendência que se mantinha desde a década de 1990. Estas denúncias - de práticas quase opostas mas igualmente graves - constam do relatório "Estado da Educação 2013", do Conselho Nacional da Educação (CNE).

Em poucas palavras, este órgão consultivo da Assembleia da República, no qual está representada toda a comunidade educativa, está a acusar escolas de manipularem deliberadamente as notas dos seus alunos, mas nem sempre no interesse destes. Quantas e quais escolas, o relatório não diz. Nem o presidente do CNE, David Justino, o quis precisar. Questionado pelo DN, o gabinete de comunicação do antigo ministro da Educação remeteu todas as respostas para uma conferência de imprensa a realizar na segunda-feira.

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O apaziguamento da arena de conflitos em que perigosamente tem sido escrita a história das relações entre as potências no ano corrente implica uma difícil operação de entendimento entre os respetivos competidores. A questão é que a decisão da reunião das duas Coreias, e a pacificação entre a Coreia do Norte e os EUA, não pode deixar de exigir aos intervenientes o tema dos valores de referência que presidam aos encontros da decisão, porque a previsão, que cada um tem necessariamente de construir, será diferente no caso de a referência de valores comuns presidir a uma nova ordem procurada, ou se um efeito apenas de armistício, se conseguido, for orientado pela avaliação dos resultados contraditórios que cada um procura realizar no futuro.

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Os floristas da Rua da Alegria, no Porto, receberam uma encomenda de cravos vermelhos para o dia seguinte e não havia cravos vermelhos. Pediram para que lhes enviassem alguns do Montijo, onde havia 20, de maneira a estarem no Porto no dia 18 de julho. Assim foi, chegaram no dia marcado. A pessoa que os encomendou foi buscá-los pela manhã. Ela queria-os todos soltos, para que pudessem, assim livres, passar de mão em mão. Quando foi buscar os cravos, os floristas da Rua da Alegria perguntaram-lhe algo parecido com isto: "Desculpe a pergunta, estes cravos são para o funeral do Dr. João Semedo?" A mulher anuiu. Os floristas da Rua da Alegria não aceitaram um cêntimo pelos cravos, os últimos que encontraram, e que tinham mandado vir no dia anterior do Montijo. Nem pensar. Os cravos eram para o Dr. João Semedo e eles queriam oferecê-los, não havia discussão possível. Os cravos que alguns e algumas de nós levámos na mão eram a prenda dos floristas da Rua da Alegria.

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