Conselho de Educação denuncia manipulação de notas

Relatório que faz retrato do estado do setor alerta para o aumento de forma "reiterada" das notas internas dos alunos. E suspeita de retenções seletivas a pensar nos exames.

Notas internas que, de forma "reiterada", estão "inflacionadas" em relação aos resultados obtidos pelos alunos nos exames nacionais. Suspeitas de "práticas de seletividade", visando assegurar uma "maior proporção de aprovações em exame", que poderão estar na origem de um aumento das retenções nos últimos dois anos, em contraciclo com uma tendência que se mantinha desde a década de 1990. Estas denúncias - de práticas quase opostas mas igualmente graves - constam do relatório "Estado da Educação 2013", do Conselho Nacional da Educação (CNE).

Em poucas palavras, este órgão consultivo da Assembleia da República, no qual está representada toda a comunidade educativa, está a acusar escolas de manipularem deliberadamente as notas dos seus alunos, mas nem sempre no interesse destes. Quantas e quais escolas, o relatório não diz. Nem o presidente do CNE, David Justino, o quis precisar. Questionado pelo DN, o gabinete de comunicação do antigo ministro da Educação remeteu todas as respostas para uma conferência de imprensa a realizar na segunda-feira.

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