Concelhia do Porto do CDS-PP formaliza apoio a Rui Moreira

A decisão foi aprovada por unanimidade

A concelhia do Porto do CDS-PP declarou hoje o apoio à recandidatura do atual presidente da Câmara Municipal, Rui Moreira, às eleições do próximo ano, fazendo uma "análise globalmente positiva" do mandato.

O apoio a Rui Moreira pela concelhia do CDS-PP foi aprovado por unanimidade na noite de terça-feira, referiu aquela estrutura em comunicado, que "formaliza desta forma o apoio anteriormente divulgado pela presidente do partido, Assunção Cristas, no congresso de 2016".

"A Comissão Politica Concelhia considera que se trata de um apoio natural, uma vez que, desde a primeira hora, faz parte integrante do movimento independente 'Porto, O Nosso Partido'", acrescentou a concelhia liderada por César Vasconcellos Navio, realçando que "a maior parte das medidas propostas no programa com que se apresentou, em 2013, ao eleitorado estão lançadas ou já concretizadas no terreno".

Em relação às eleições autárquicas do próximo ano, o presidente do PSD, Pedro Passos Coelho, não excluiu, na semana passada, coligações com o CDS-PP para as câmaras de Lisboa e do Porto.

"Se por ventura não for possível virmos a ter uma coligação com o CDS em Lisboa e no Porto, isso não quer dizer que não sejamos, na mesma, parceiros naturais", acrescentou o líder social-democrata.

Também na semana passada, questionada sobre o Porto, Assunção Cristas sublinhou que desde o congresso do CDS-PP, em março, que o partido assumiu uma "posição extremamente clara" de reiterar o apoio ao atual presidente da Câmara Rui Moreira.

Ler mais

Premium

Rosália Amorim

"Sem emoção não há uma boa relação"

A frase calorosa é do primeiro-ministro António Costa, na visita oficial a Angola. Foi recebido com pompa e circunstância, por oito ministros e pelo governador do banco central e com honras de parada militar. Em África a simbologia desta grande receção foi marcante e é verdadeiramente importante. Angola demonstrou, para dentro e para fora, que Portugal continua a ser um parceiro importante. Ontem, o encontro previsto com João Lourenço foi igualmente simbólico e relevante para o futuro desta aliança estratégica.

Premium

João Gobern

Tirar a nódoa

São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.