"Comprovou que somos um país capaz de organizar grandes eventos"

Isabel Marques, 35 anos, advogada, Coimbra

Visitei a Expo 98 já no último mês da exposição, através da escola onde estudava na altura - a Secundária Jaime Cortesão, em Coimbra. Como adolescentes que éramos, ficamos super-contentes: era uma oportunidade de sair de Coimbra e ia atá a uma cidade grande. Lembro-me de andarmos por todo o espaço envolvente da Expo, de visitarmos alguns pavilhões (embora não tenha retido na memória quais) e, naturalmente, de andar de teleférico (algo que todos nós adorámos...).

Não posso dizer que a visita à Expo 98 tenha influenciado ou modificado a minha visão sobre Portugal. Ainda assim, na época, foi um acontecimento muito importante e que, naturalmente trouxe trazido visibilidade internacional ao país. Comprovou que somos um país acolhedor e capaz de organizar grandes eventos.

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É procurador no Tribunal de Cascais há 25 anos. Escolheu sempre a área de família e menores. Hoje ainda se choca com o facto de ser uma das áreas da sociedade em que não se investe muito, quer em meios quer em estratégia. Por isso, defende que ainda há situações em que o Estado deveria intervir, outras que deveriam mudar. Tudo pelo superior interesse da criança.