Brigou com os vizinhos e apontou-lhes uma arma

Uma discussão entre vizinhos do mesmo prédio gerou momentos de pânico entre os moradores do edifício nas Arroteias, em Alhos Vedros (Moita).

O incidente aconteceu no momento em que um homem, de 33 anos, puxou de uma pistola, que viria a apontar à família com quem se tinha desentendido e onde estava um idoso de 82 anos, que viria a ficar ferido após uma cena de agressões entre ambas as famílias.

O episódio ocorreu na noite de terça-feira, após a troca de acusações sobre má vizinhança. A arma estava legal e não chegou a haver disparos, sendo exibida após uma cena de pugilato que envolveu as duas famílias no espaço comum do prédio, de que resultaram quatro feridos - um homem e três mulheres, entre os 56 e os 82 anos - que necessitaram de ser assistidos no hospital do Montijo, de onde já tiveram alta.

A arma viria a ser apreendida pela GNR por ordem do tribunal, receando eventuais represálias do dono da pistola nas próximas horas, que viria a ser identificado.

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João Gobern

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São poucas as "fugas", poucos os desvios à honestidade intelectual que irritem mais do que a apropriação do alheio em conluio com a apresentação do mesmo com outra "assinatura". É vulgarmente referido como plágio e, em muitos casos, serve para disfarçar a preguiça, para fintar a falta de inspiração (ou "bloqueio", se preferirem), para funcionar como via rápida para um destino em que parece não importar o património alheio. No meio jornalístico, tive a sorte de me deparar com poucos casos dessa prática repulsiva - e alguns deles até apresentavam atenuantes profundas. Mas também tive o azar de me cruzar, por alguns meses, tempo ainda assim demasiado, com um diretor que tinha amealhado créditos ao publicar como sua uma tese universitária, revertido para (longo) artigo de jornal. A tese e a história "passaram", o diretor foi ficando. Até hoje, porque muitos desconhecem essa nódoa e outros preferiram olhar para o lado enquanto o promoviam.