Balanço das vítimas dos incêndios aumenta para 42

Confirmada mais uma morte em Vouzela

Os incêndios florestais que deflagraram no domingo em várias zonas do país provocaram 42 mortos, disse esta quarta-feira à Lusa a adjunta do comando nacional da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC) Patrícia Gaspar.

O número já tinha sido divulgado de manhã por Rui Miguel Ladeira Pereira, autarca de Vouzela, que anunciou a morte de um homem, cujo corpo foi encontrado no município.

O distrito de Viseu passa agora a contabilizar 20 mortos na sequências dos incêndios: sete em Vouzela, cinco em Santa Comba Dão, três em Tondela, um em Nelas e outro em Oliveira de Frades.

Com mais de uma dezena de feridos ainda em estado grave, as contas poderão ainda agravar-se. Para já, em termos de balanço, a única boa notícia veio do Distrito de Coimbra, depois de ter sido confirmado que um bebé de um mês, inicialmente dado como morto em Tábua, se encontra afinal bem de saúde e junto da família.

Com Lusa

[Notícia atualizada às 17:40 com a confirmação da Proteção Civil]

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Maria Antónia de Almeida Santos

Uma opinião sustentável

De um ponto de vista global e a nível histórico, poucos conceitos têm sido tão úteis e operativos como o do desenvolvimento sustentável. Trouxe-nos a noção do sistémico, no sentido em que cimentou a ideia de que as ações, individuais ou em grupo, têm reflexo no conjunto de todos. Semeou também a consciência do "sustentável" como algo capaz de suprir as necessidades do presente sem comprometer o futuro do planeta. Na sequência, surgiu também o pressuposto de que a diversidade cultural é tão importante como a biodiversidade e, hoje, a pobreza no mundo, a inclusão, a demografia e a migração entram na ordem do dia da discussão mundial.