Apreendidas roupas contrafeitas no valor de 5000 euros em Alcobaça

432 artigos foram apreendidos numa operação que identificou três homens como suspeitos do crime de contrafação

A GNR apreendeu 432 artigos de roupa contrafeita, no valor de cinco mil euros, e identificou três homens suspeitos do crime de contrafação em Alcobaça, no distrito de Leiria, anunciou segunda-feira aquela força de segurança.

Numa ação de fiscalização de policiamento às festas de Coz, os militares apreenderam roupa contrafeita no valor de cinco mil euros, como t-shirts, camisolas, calças e fatos de treino que estavam expostos à venda, disse à agência Lusa fonte da GNR.

A mesma fonte explicou que as peças tinham estampado o nome de diversas marcas, mas pela qualidade da roupa e pela falta de etiquetas a GNR suspeita serem contrafeitas.

Os comerciantes tinham exposta apenas uma parte da mercadoria apreendida e, quando o cliente se interessava pelos artigos, iam à viatura de apoio buscar mais peças para as mostrar.

Na operação, foram identificados e constituídos arguidos três homens, entre os 48 e os 63 anos, um dos quais com antecedentes criminais da mesma natureza.

A GNR apreendeu ainda uma viatura por falta de seguro.

O caso vai continuar a ser investigado pela GNR.

Ler mais

Exclusivos

Premium

Opinião

Os irados e o PAN

A TVI fez uma reportagem sobre um grupo de nome IRA, Intervenção e Resgate Animal. Retirados alguns erros na peça, como, por exemplo, tomar por sério um vídeo claramente satírico, mostra-se que estamos perante uma organização de justiceiros. Basta, aliás, ir à página deste grupo - que tem 136 000 seguidores - no Facebook para ter a confirmação inequívoca de que é um grupo de gente que despreza a lei e as instituições democráticas e que decidiu fazer aquilo que acha que é justiça pelas suas próprias mãos.

Premium

Margarida Balseiro Lopes

Falta (transparência) de financiamento na ciência

No início de 2018 foi apresentado em Portugal um relatório da OCDE sobre Ensino Superior e a Ciência. No diagnóstico feito à situação portuguesa conclui-se que é imperativa a necessidade de reformar e reorganizar a Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), de aumentar a sua capacidade de gestão estratégica e de afastar o risco de captura de financiamento por áreas ou grupos. Quase um ano depois, relativamente a estas medidas que se impunham, o governo nada fez.