Inspeção investiga morte de doente recusado em hospitais

A Inspeção-Geral das Atividades em Saúde (IGAS) disse ao DN que já abriu processo de investigação ao caso do doente das Caldas que morreu em Abrantes depois de ter sido recusado por vários hospitais da região de Lisboa. Tal como o DN noticiou hoje, os hospitais alegaram não ter camas nas unidades de cuidados intensivos.

O doente das Caldas da Rainha, que foi operado na sequência de um cancro raro, desenvolveu uma infeção generalizada, na sequência da qual teve de ser transferido para uma unidade de cuidados intensivos. O Hospital das Caldas refere que não havia vaga em Leiria, Loures e no Hospital de Santa. Já a família acrescenta que Santarém também não tinha vagas. Uma semana e meia depois da transferência para Abrantes, o doente acabou por morrer.

Os quatro hospitais, que serão contactados pela IGAS, terão cinco dias para responder.

Também o Centro Hospitalar do Oeste (a que pertence o Hospital das Caldas da Rainha) vai abrir um processo de averiguação e o Centro Hospitalar do Médio Tejo (Hospital de Abrantes) pondera avançar também com uma investigação, segundo fonte do Ministério da Saúde, citada pela Lusa.

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