Número de mortos sobe para 44

Os incêndios florestais que deflagraram no domingo em várias zonas do país provocaram 44 mortos

Segundo a adjunta do comando nacional da Autoridade Nacional de Proteção Civil (ANPC), Patrícia Gaspar, esta vítima mortal estava internada no hopital de Coimbra, mas não foi revelado qual o seu concelho de origem.

O último balanço, feito pela ANPC na quinta-feira à tarde, dava conta de 43 vítimas mortais.

De acordo com a ANPC, a maior parte das vítimas mortais são dos distritos de Coimbra e de Viseu.

[As centenas de incêndios que deflagraram no domingo, o pior dia de fogos do ano segundo as autoridades, provocaram 44 mortos e cerca de 70 feridos, mais de uma dezena dos quais graves]

Os fogos obrigaram a evacuar localidades, a realojar as populações e a cortar o trânsito em dezenas de estradas, sobretudo nas regiões Norte e Centro.

Esta é a segunda situação mais grave de incêndios com mortos em Portugal, depois de Pedrógão Grande, em junho deste ano, em que um fogo alastrou a outros municípios e provocou, segundo a contabilização oficial, 64 mortos e mais de 250 feridos. Registou-se ainda a morte de uma mulher que foi atropelada quando fugia deste fogo.

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