Hospital de Santarém: 15 chefes de cirurgia demitem-se e metade do bloco encerrado

Bloco operatório do Hospital de Santarém está encerrado depois da demissão de 15 chefes do serviço de cirurgia se terem demitido, denunciando falta de condições de segurança

O Hospital de Santarém tem apenas metade do bloco operatório a funcionar, na sequência da demissão de 15 chefes do serviço de cirurgia, indica a RTP. Esta intenção já teria sido deixada pelos responsáveis numa reunião na sexta-feira com a administração. Os profissionais queixam-se de falta de condições de segurança.

À RTP, o administrador do hospital, José Rianço Josué, garantiu que as salas que estão a funcionar têm todas as condições e que a segurança dos doentes não está comprometida. Explicou ainda que esta situação está identificada há três anos. O responsável admite, no entanto, que a unidade hospitalar está a funcionar com "menos salas do que necessitávamos".

Já o secretário-geral do Sindicato Independente dos Médicos (SIM), Jorge Roque da Cunha, disse à TSF que o que se passa em Santarém é semelhante "aquilo que está a acontecer nos hospitais distritais de média dimensão, que têm uma capacidade de resposta razoável, mas que há medida que o tempo tem acontecido está a fazer que não haja capacidade para atrair médicos". Uma realidade à qual se junta, acrescenta, "menos verba para os hospitais e mais encargos". Tudo junto leva a que por isso, em Santarém, se viva uma "situação de pré-calamidade anunciada".

O SIM refere que há um ano reuniu com a administração onde terá sido referido que havida dinheiro para as obras. Hoje a questão vai ser novamente levantada junto da administração, apontou Jorge Roque da Cunha.

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