"Hackers": os ativistas que obrigam a PJ a vigiar sites do Estado

Há 200 a 300 arguidos por ano por crimes cometidos no ciberespaço. Os "piratas" substituíram a rua pelo mundo virtual na luta.

São das gerações desencantadas, dos 20 aos 40 anos, muitos são craques dos computadores mas autodidactas, outros são engenheiros e informáticos e gestores de sistemas. Há de tudo no vasto mundo do "hactivismo", neologismo num admirável mundo novo em que os radicais políticos de ontem, que tomavam as ruas em protestos, foram substituídos pelos "hacktivistas" , ou seja, "piratas informáticos" com causas políticas e sociais.

Os dados da criminalidade no mundo virtual atestam uma sociedade em mudança: por ano a PJ constitui, em média, 200 a 300 arguidos por crimes como acesso ilegítimo a dados, devassa da vida privada através da intrusão em sistemas, ou burla informática, como revelou ao DN Carlos Cabreiro, coordenador de investigação criminal na secção do crime informático da Polícia Judiciária de Lisboa.

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