Há três motivos para a prisão preventiva de Sócrates

Perigo de perturbação da investigação é o principal argumento. Mas também foram considerados a possibilidade de continuação da atividade criminosa e o perigo de fuga.

O perigo de perturbação da investigação foi o principal argumento que fundamentou a decisão do juiz Carlos Alexandre. Mas também foram considerados a possibilidade de continuação da atividade criminosa e o perigo de fuga para que tivesse sido decretada a prisão preventiva.

A decisão do juiz de instrução Carlos Alexandre, foi tomada depois de dois dias de interrogatório ao ex-primeiro-ministro José Sócrates. A medida só foi decretada porque o procurador do Ministério Público, Rosário Teixeira, assim a requereu, depois de, segundo informações recolhidas pelo DN, a ter discutido na passada quinta-feira com o diretor do DCIAP, Amadeu Guerra, e com a própria Procuradora-Geral da República, Joana Marques Vidal.

Na edição de hoje o DN já revelava que na fundamentação o juiz Carlos Alexandre tiinha considerado outras duas razões. José Sócrates foi para a cadeia de Évora por suspeita de três crimes: fraude fiscal qualificada, branqueamento de capitais e corrupção.

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