Há quantos dias eu parti sorrindo?

A aventura que começou com mil euros no bolso e que, devido à lusa hospitalidade, decorreu sem percalços, chegou ontem ao fim. Conheci e experienciei muito do que Portugal tem para oferecer e relatei-o através de histórias dentro da história.

Finito. 32 dias de viagem volvidos, 3299 quilómetros percorridos, 630,96 euros despendidos, 17 camas utilizadas, 128 mil caracteres redigidos e dezenas de amigos feitos (e revisitados), regressei a casa. Onde o corpo efetivamente descansa, depois de se ter passeado - paradoxalmente, em trabalho - pelo Portugal de agosto, o Portugal de verão, o Portugal do turismo e também dos emigrantes em férias, o Portugal das praias, o Portugal dos incêndios, o Portugal dos castelos e das igrejas, o Portugal envelhecido, o Portugal das bicicletas, o Portugal do comércio tradicional, o Portugal que inspira e expira eleições autárquicas ou, em alguns casos, o Portugal, simplesmente, do dolce fare niente.

Coíbo-me de afirmar que sobrevivi a gosto, contrariando o mote que escolhera para esta rubrica de verão, porque aquilo que, de facto, consegui não foi pôr os meus limites físicos e mentais à prova, mesmo perante alguns desafios exigentes ou, porventura, face a obstáculos com os quais não estou habituado a lidar. Sobreviver é outra coisa. Que eu não faço ideia do inferno que possa implicar.

Leia mais no e-paper do DN.

Mais Notícias

Outros conteúdos GMG