Guardas prisionais avançam com 20 dias de greve

Negociações com ministério das Finanças falharam. Guardas prisionais da Carregueira, onde estão presos Carlos Cruz, Isaltino Morais e Vale e Azevedo, convocaram greve.

O Sindicato Independente do Corpo da Guarda Prisional (SICGP) anunciou, hoje, que no próximo dia 23 de Julho iniciará um período de greve de 20 dias. Esta estrutura sindical - cuja maior parte dos associados se encontra ao serviço na prisão da Carregueira, em Sintra, onde Carlos Cruz, Isaltino Morais, João Vale e Azevedo cumprem penas de prisão - anunciou ter abandonado "a negociação que mantinha com a tutela, respeitante à elaboração do estatuto profissional do Corpo da Guarda Prisional, por ver gorados os seus intentos de procurar contribuir para a projecção de um estatuto que devolvesse justiça e dignidade" ao respetivo estatuto.

Segundo um comunicado dovulgado, hoje, aos associados, o SICGP declara que o ministério das Finanças, como quem estava a negociar, "menosprezou o proposto pela nossa parte, não houve abertura da mesa para a resolução do problema das transições dos guardas com 14 anos ou mais de serviço, para a categoria de guarda principal. Não houve abertura por parte da tutela para a resolução das colocações dos profissionais do CGP nos devidos índices remuneratórios, pretendendo por exemplo manter guardas com quase 11 anos de serviço, no nível equivalente ao actual 2º escalão de guarda"

Este sindicato, que já tinha pré-convocado um primeiro primeiro periodo de 20 dias de greve, entretanto desconvocado para dar início às negociações com as Finanças, decidiu avançar para uma greve, a qual irá afetar sobretudo a prisão da Carregueira, em Sintra.

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