Fogo em Oliveira de Azeméis ameaça casas e populações

O autarca lamentou não estarem presentes meios aéreos. 'A prioridade agora é proteger as pessoas e os bens e é o que está a ser feito', afirmou.

As chamas na área de Ossela, Oliveira de Azeméis, estão a ameaçar casas, populações idosas, uma ETAR e uma fábrica de queijos, revelou hoje à Lusa o presidente da câmara, Hermínio Loureiro, que classificou a situação de 'caótica'.

Posição semelhante tem o comandante dos Bombeiros de Oliveira de Azeméis, Paulo Vitória, salientando que a mudança de vento verificada nas últimas horas 'aumentou a intensidade das chamas', que deflagram de forma 'descontrolada' em várias encostas.

Os dois responsáveis informaram que o fogo ameaça sobretudo a aldeia do Bustelo do Caima e há focos de incêndio activos na zona de Pinheiro de Bemposta.

No local, encontra-se também Hermínio Loureiro que classificou a situação como 'caótica', estando 'casas em risco de populações idosas, a ETAR e uma unidade industrial de queijo'.

Hermínio Loureiro informou que ainda não se estão a retirar as pessoas, até porque nestas situações 'há resistências', mas está a ser feita a 'avaliação e monitorização'.

O autarca lamentou não estarem presentes meios aéreos, que ali estiveram de manhã, para ajudar a combater um incêndio, que tem mantido os bombeiros sem descansar há mais de 24 horas. 'A prioridade agora é proteger as pessoas e os bens e é o que está a ser feito', afirmou.

No local estão seis dezenas de bombeiros, um número que está a ser aumentado pelas autoridades. No entanto, a proximidade de outro grande incêndio em Albergaria-a-Velha está a dividir os recursos da região.

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