Filhos de militares com 'stress' são mais vulneráveis

Uma equipa de investigadores confirma num estudo que os distúrbios pós-traumáticos sofridos pelos ex-combatentes podem ser transmitidos, para além de às próprias mulheres, à segunda geração.

É o primeiro estudo científico sobre os efeitos dos traumas da Guerra Colonial nos militares que a fizeram durante 13 anos. E o resultado da investigação surpreende por indicar que 10,9% dos que estiveram em Angola, Moçambique e Guiné e que regressaram com traumas de guerra ficaram com os seus níveis hormonais alterados.

Com uma particularidade, até agora desconhecida: a de poderem ter transmitido essa alteração aos seus filhos, que ficaram mais vulneráveis ao sofrimento psíquico do que os dos cidadãos que não foram à guerra ou dos ex-combatentes que regressaram sem problemas.

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