Falta de verba deixa instalações estratégicas em risco

Infra-estruturas críticas nacionais, como o complexo de Sines e o Aeroporto de Lisboa, são vulneráveis a sismos e terrorismo.

A falta de verbas tem dificultado, em Portugal, o reforço da segurança e resistência das instalações estratégicas contra sismos, ciber-ataques e terrorismo. Cerca de 60% destas 270 infra-estruturas estão em zonas de alto risco sísmico e são vulneráveis a atentados terroristas. Mas a transposição de uma directiva europeia para a legislação nacional, aprovada no último Conselho de Ministros, antes da demissão do Governo, trouxe novas exigências.

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