Costa a favor da eutanásia e a pensar a "médio prazo"

Secretário-geral do PS abriu o XXII congresso do partido que homenageou Mário Soares

António Costa abriu o XXII congresso nacional do PS, na Batalha, revelando que é favorável à morte assistida. Com um 2019 (europeias, legislativas e regionais da Madeira) cheio de eleições, António Costa garantiu que este congresso não era o tempo de "antecipar o programa eleitoral", mas de se discutir "o médio prazo".

Num discurso que começou com uma hora e meia de atraso e que durou cerca de 40 minutos, António Costa reforçou que o PS mantém os valores da "liberdade, igualdade e da solidariedade". Mas, acrescentou, o PS "nunca se esgotou numa retórica dos valores". "Assumiu uma cultura de governo" para "transformar os valores na vida concreta de cada português".

Antes dos discursos, o partido anunciou a mudança de porta-voz. Saiu João Galamba, segundo o próprio, porque pediu para deixar a Comissão Permanente. E foi substituído por Maria Antónia Almeida Santos que é atualmente é a principal ativista do partido para a despenalização da eutanásia, sendo com Isabel Moreira coautora do projeto do partido.

O congresso do PS começou com uma homenagem a Mário Soares. E a todos os secretários-gerais do partido.

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