Charro eletrónico pode levar a consumo de droga

Distribuidor nacional garante que não há substâncias psicoativas. Legislação permite mas especialistas mostram preocupação com o estímulo a fumar que é dado a jovens

Chegou a Portugal e só o nome fez logo virar cabeças. "Charro eletrónico?", questionaram-se muitos. Mas aí está o E-Njoint, lançado por uma empresa holandesa em junho: "O charro eletrónico não é mais do que um normal cigarro eletrónico, vaporizador, com um formato mais divertido e com um líquido diferente, o dekang, completamente orgânico", explicou ao DN o distribuidor oficial da marca no nosso país, Bruno Seixas.

João Goulão, presidente do SICAD (Serviço de Intervenção nos Comportamentos Aditivos e nas Dependências) alerta para o facto de o charro eletrónico poder potenciar o uso de charros reais.

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