Governador Civil quer prisão para os 'energúmenos dos incendiários'

O governador civil de Aveiro, José Mota, afirmou hoje que "os energúmenos que são incendiários de profissão têm que ser presos e condenados".

Lamentando que haja "muita gente que não faz a limpeza que devia" das matas e florestas portuguesas, o governador civil defendeu que "os energúmenos que são incendiários de profissão têm que ser presos e condenados".

José Mota visitou hoje a corporação dos Bombeiros Voluntários de Lourosa, da qual era oriunda a bombeiros que morreu hoje em Gondomar e os cinco outros que ficaram feridos.

Apesar de se tratar da segunda morte de bombeiros em apenas dois dias, José Mota considerou que "a Protecção Civil tem funcionado bem".

"Só hoje durante a tarde e à mesma hora tínhamos o centro e o norte do distrito todo a arder. Isto é uma situação terrível. Os meios e os dispositivos têm funcionado bem, senão tinha sido uma desgraça muito maior", acrescentou.

O problema, disse, "é a temperatura, que não era registada já há 95 anos, segundo os especialistas, sem humidade nenhuma e com muita negligência".

José Mota lamentou "a existência de uma vítima mortal de 21 anos, solteira, um ferido grave que está no Hospital Santos Silva, em Gaia, e quatro ligeiros no de S. Sebastião, em Santa Maria da Feira".

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