Dezenas de sepulturas vandalizadas no cemitério

O cemitério da cidade de Oliveira de Azeméis foi esta madrugada vandalizado e, em dezenas de sepulturas remexidas, contam-se já 22 crucifixos em falta, juntamente com outras peças cuja identificação depende agora das famílias proprietárias desses espaços.

Albino de Almeida Fernandes é o pároco da cidade e revelou à Lusa que, embora furtos deste género "estejam a acontecer muito por outras freguesias", no centro de Oliveira de Azeméis "é a primeira vez que acontece uma coisa destas".

"Para saltar o muro basta querer", explica o padre. "Depois, eles só tiveram que descer para a zona mais baixa do cemitério, que é muito isolada e não dá nas vistas de quem estiver a passar na rua".

Segundo apuraram os utilizadores mais frequentes do cemitério, as sepulturas em que os assaltantes terão procurado artigos de valor foram cerca de 40. Dessas campas foram retirados sobretudo crucifixos de cobre e outros objectos de alguma dimensão fabricados em metais igualmente valiosos.

O levantamento completo dos artigos em falta depende, contudo, da intervenção dos familiares dos cidadãos sepultados nessas sepulturas.

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