Carris a funcionar com base nos serviços mínimos

A Federação dos Sindicatos de Transportes e Comunicações (Fectrans) disse hoje que a greve na Carris está a ter uma "grande adesão" por parte dos trabalhadores, com as carreiras, "de forma geral", a funcionar apenas em serviços mínimos.

Manuel Leal, da Fectrans, não quis avançar números, porque "essa guerra com o conselho de administração da Carris não adianta", e disse que vai ainda ser ponderado com os órgãos representativos dos trabalhadores a eventual divulgação de percentagens de adesão à paralisação no final da greve.

Segundo o sindicalista, as paralisações nos autocarros de Lisboa ocorrem como protesto contra o Orçamento do Estado para 2014 e os cortes nos salários aos trabalhadores.

Os trabalhadores da transportadora rodoviária da cidade de Lisboa estão hoje em greve ao longo de todo o dia e voltam a parar a 31 de dezembro e a 01 de janeiro.

Apesar de ainda se aguardar a definição dos serviços mínimos para 01 de janeiro, a Carris já informou que vão ser assegurados 50% das seguintes carreiras: 703, 708, 735, 736, 738 742, 751, 755, 758, 760, 767.

Apenas no dia 31 está ainda garantida metade do funcionamento das carreiras 781 e da rede da madrugada.

A Lusa tentou contactar a Carris para saber quais os números da empresa relativos à adesão à greve, mas tal não foi possível.

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