Carlos encontrou em Ana a mulher certa para se unir

"Se não fosse com ela, não seria com mais ninguém", garante. Casal conheceu-se há seis anos, na escola que frequentava.

"Eu sempre disse que queria casar pelo Santo António e, se não fosse com ela, não seria com mais ninguém." É com uma seriedade desarmante por entre a boa-disposição que pauta toda a entrevista que Carlos Alfredo, 23 anos, reitera o seu amor por Ana Alves, dois anos mais nova. A relação começou há seis anos, quando frequentavam a mesma escola.

"Fui eu que fui ter com ela. Chamaram-me logo a atenção os olhos dela", recorda o militar da Marinha, cuja tarefa de conquistar a jovem não foi fácil. "Eu não lhe achava muita piada", confessa a lisboeta, sem esconder que hesitou "um bocado" em aceitar a investida. Mas a insistência acabou por dar frutos, com um passeio ao Castelo de S. Jorge.

O primeiro beijo aconteceu no regresso a casa, no Elevador de Santa Justa. "Ele surpreendeu-me", admite a noiva. Dois anos depois, nasceu Rodrigo. Desde então que partilham casa. A criança já percebe que os pais se vão casar, no dia 12, mas não vai poder estar na cerimónia. "Depois fazemos uma festa em casa", desvaloriza o militar.

Por agora, o desejo é mesmo que, na véspera do feriado alfacinha, "corra tudo bem" e que o "casamento seja para toda a vida". "E ter mais filhos, se calhar", acrescenta a caixeira, antes de o noivo sentenciar, com um olhar cúmplice e esperançado: "Uma menina."

Certo é que ambos conhecem a receita para manter a relação. "É tudo numa base de confiança", garante, ciente de que nem sempre tudo é perfeito. "Um dia, ela estava mal-humorada e eu peguei num megafone de um turista e disse que a amava muito", conta.

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