Burla de Bobby Boye na origem das ações em Timor contra as petrolíferas

Consultor contratado pela Noruega roubou o Estado timorense em 3,5 milhões de dólares. Xanana e Emília Pires confiaram nele

Xanana Gusmão invocou incompetência dos magistrados portugueses na gestão dos 51 processos que o Estado timorense tem contra petrolíferas internacionais, para justificar a expulsão do grupo (ver fotolegenda). Mas, a verdade, é que segundo fontes conhecedoras do processo político contaram ao DN, o próprio primeiro-ministro e a sua ministra das Finanças Emília Pires (agora acusada de gestão danosa e participação económica em negócio) terão sido enganados por Bobby Boye, um norte-americano de ascendência nigeriana que é consultor financeiro na área do petróleo.

Um eventual rombo de 3,5 milhões de dólares (2,8 milhões de euros) que Boye terá provocado nos cofres do Estado timorense explicará, em grande medida, os atuais 51 processos que Díli tem contra petrolíferas internacionais.

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