Levantado alerta no aeroporto de Faro. Ameaça de bomba foi falso alarme

Diretor da PJ de Faro informou que avião da TAP foi inspecionado e nenhum engenho explosivo foi encontrado

Não passou de um falso alarme a ameaça de bomba recebida esta terça-feira no aeroporto de Faro, confirmou à comunicação social o diretor da Polícia Judiciária de Faro, Luís Mota Carmo. A PJ abrirá agora uma investigação para determinar a origem das ameaças, informou o responsável.

Sem adiantar mais pormenores, Mota Carmo informou que foram recebidos vários telefonemas garantindo que existia uma bomba "com determinadas características" a bordo da aeronave que deveria partir de Faro para Lisboa. As ameaças foram feitas em língua portuguesa, esclareceu.

Pouco depois das nove da manhã, foi então levantado o "alerta laranja" declarado no aeroporto algarvio, o segundo mais grave de uma escala de três, e que tinha sido decretado pelas 06:00 desta terça-feira.

Na altura em que foram recebidos os telefonemas com a ameaça de bomba, encontravam-se a bordo do avião 38 passageiros, prontamente retirados da aeronave. A GNR controlou os acessos ao aeroporto e dentro da aerogare e na pista as operações foram coordenadas pela PSP, que procurou engenhos explosivos dentro do avião. Para o local, foram igualmente mobilizados meios de socorro, nomeadamente ambulâncias e Viaturas de Emergência Médica (VMER).

A pista do aeroporto de Faro não esteve encerrada, segundo informação da ANA Aeroportos, e os restantes voos agendados para esta terça-feira deverão prosseguir com normalidade. "As operações no aeroporto de Faro continuam normais. Não houve cancelamentos nem atrasos", avançou Rui Oliveira, porta-voz da ANA, em declarações à agência Lusa.

De acordo com Rui Oliveira, a ameaça de bomba "foi feita por telefone e dizia respeito ao primeiro voo a descolar do aeroporto de Faro" e que tinha como destino Lisboa.

O porta-voz da TAP, António Monteiro, disse à agência Lusa que o avião da companhia portuguesa deveria ter partido pelas 06:05 do aeroporto de Faro com destino a Lisboa, mas tal não chegou a acontecer devido à ameaça de bomba.

Exclusivos

Premium

Catarina Carvalho

O bom trabalho do José Mário Branco 

Foram três serões de espanto. Assisti à gravação do disco Sempre, de Katia Guerreiro, que foi produzido por José Mário Branco com a consultadoria da mulher, Manuela de Freitas. Foi há cerca de um ano. Assisti a tudo e o objetivo era descrevê-lo numa reportagem que havia de fazer capa de uma das novas edições do Diário de Notícias, nessa altura em preparação, em maio de 2018. Mas, na verdade, aquilo que tive foi uma experiência de vida, daquelas que constituem marcos de existência.

Premium

Marisa Matias

Baralhar e dar de novo

Na próxima semana irá finalmente a votos a Comissão Von der Leyen. Depois de propostas de nomes rejeitadas, depois de várias controvérsias associadas aos novos portfólios apresentados pela presidente eleita, finalizou-se o processo sem, contudo, eliminar a ameaça de conflitos de interesses ou mudar significativamente os portfólios. Nas contas finais, parece que tudo não passou de um jogo de equilíbrios partidários, muito longe dos interesses dos cidadãos.